3.1 Cerâmica branca: produção
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Summary
O vídeo detalha o processo de produção de cerâmicas brancas de revestimento, desde a seleção das matérias-primas e a formação da barbotina até a moldagem, esmaltação, queima e controle de qualidade, destacando a alta tecnologia e automação envolvidas na fabricação de produtos de desempenho superior.
Key Points
- —Cerâmicas de revestimento são materiais pétreos artificiais utilizados em pisos e paredes que necessitam de impermeabilização, classificadas como lajotas/ladrilhos para o chão e azulejos/pastilhas para a parede, conforme seu tamanho.
- —Existem dois caminhos principais de produção: a via úmida, mais tecnológica e que resulta em produtos de maior qualidade e durabilidade, e a via seca, mais tradicional e artesanal, que gera materiais mais baratos.
- —Os principais materiais utilizados incluem caulim, outros tipos de argila, quartzo, calcário e feldspato, que contribuem para a tonalidade, resistência e formação química do produto final.
- —As matérias-primas são misturadas e moídas com água, formando uma massa líquida pastosa chamada barbotina, da qual impurezas são removidas por filtragem magnética.
- —A barbotina é seca em um atomizador para formar um pó granulado, que é então moldado por prensagem ou extrusão, seguido por uma secagem preliminar para remover a umidade e evitar fragilidade, resultando no “biscoito”.
- —A esmaltação pode ocorrer entre ou antes das queimas, utilizando técnicas como cortina (cascata de tinta), serigrafia ou impressão digital para aplicar engobes, esmaltes e decorações.
- —As peças são queimadas em fornos a altas temperaturas (cerca de 1.200°C) para sinterização, passando depois por classificação, polimento e retificação, com rigoroso controle de qualidade laboratorial.
- —O processo de produção de cerâmicas de revestimento de alta qualidade é altamente tecnológico e automatizado, com controle de qualidade superior ao da cerâmica vermelha, garantindo desempenho e resistência para diversas aplicações.
- —A automação em etapas como moagem, transporte (carrinhos TGV) e inspeção individual, embora torne a produção mais cara, agrega valor significativo aos produtos finais, atendendo à demanda por peças maiores e mais delicadas.
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