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Dosagem do concreto - parte 2 - MAT CONSTRUÇÃO I

By Gal Dutra

54 min vídeo·pt··517 views

Este é um resumo gerado por IA de Dosagem do concreto - parte 2 - MAT CONSTRUÇÃO I — um vídeo do YouTube de 54 min de Gal Dutra, publicado em 16 de março de 2021. Condensa a transcrição completa em 10 pontos principais com marcações de tempo.

Resumo

O vídeo detalha o processo de dosagem de concreto, contrastando o método empírico com o experimental, e apresenta um exemplo prático do cálculo do traço de concreto utilizando o método da ABCP.

Pontos principais

  • O traço final do concreto é expresso pela relação entre as massas dos materiais (areia, brita 1, brita 2 e água) e a massa de cimento, sendo um processo que pode exigir ajustes experimentais para atingir a trabalhabilidade desejada. 
  • A dosagem racional e experimental é obrigatória para concretos com FCK superior a 15 MPa, conforme a NBR 12655. 
  • A dosagem empírica de concreto é limitada a FCK de no máximo 15 MPa e não é adequada para construções convencionais que exigem FCK superior a 25 MPa. 
  • A resistência de dosagem (FCJ) é calculada a partir do FCK característico e do desvio padrão (SD), que pode ser estimado com base nas condições de preparo do concreto ou calculado a partir de resultados conhecidos. 
  • O Brasil não possui uma normativa única para dosagem experimental, resultando na difusão de diversos métodos desenvolvidos por instituições e pesquisadores, como o da ABCP, IPT e IBRACON. 
  • O método da ABCP, baseado em métodos americanos adaptados às condições brasileiras, requer dados como massa específica do cimento e agregados, resistência do cimento, dimensão máxima e módulo de finura dos agregados. 
  • A dosagem experimental pelo método ABCP inicia com a determinação da resistência do concreto aos 28 dias (FCK28), seguida pela relação água-cimento utilizando um ábaco ou fórmula. 
  • O consumo de agregado graúdo é determinado a partir do volume compactado por metro cúbico e da massa unitária compactada, considerando o módulo de finura da areia e a dimensão máxima do agregado. 
  • O consumo de agregado miúdo (areia) é calculado subtraindo os volumes dos demais materiais (cimento, agregados graúdos e água) do volume total de concreto. 
  • O consumo de água é estimado com base na dimensão máxima do agregado e na consistência (abatimento), enquanto o consumo de cimento é calculado pela relação água/cimento. 
Dosagem do concreto - parte 2 - MAT CONSTRUÇÃO I

Dosagem do concreto - parte 2 - MAT CONSTRUÇÃO I

O vídeo detalha o processo de dosagem de concreto, contrastando o método empírico com o experimental, e apresenta um exemplo prático do cálculo do traço de concreto utilizando o método da ABCP.

Pontos principais

O traço final do concreto é expresso pela relação entre as massas dos materiais (areia, brita 1, brita 2 e água) e a massa de cimento, sendo um processo que pode exigir ajustes experimentais para atingir a trabalhabilidade desejada.
A dosagem racional e experimental é obrigatória para concretos com FCK superior a 15 MPa, conforme a NBR 12655.
A dosagem empírica de concreto é limitada a FCK de no máximo 15 MPa e não é adequada para construções convencionais que exigem FCK superior a 25 MPa.
A resistência de dosagem (FCJ) é calculada a partir do FCK característico e do desvio padrão (SD), que pode ser estimado com base nas condições de preparo do concreto ou calculado a partir de resultados conhecidos.
O Brasil não possui uma normativa única para dosagem experimental, resultando na difusão de diversos métodos desenvolvidos por instituições e pesquisadores, como o da ABCP, IPT e IBRACON.
O método da ABCP, baseado em métodos americanos adaptados às condições brasileiras, requer dados como massa específica do cimento e agregados, resistência do cimento, dimensão máxima e módulo de finura dos agregados.
A dosagem experimental pelo método ABCP inicia com a determinação da resistência do concreto aos 28 dias (FCK28), seguida pela relação água-cimento utilizando um ábaco ou fórmula.
O consumo de agregado graúdo é determinado a partir do volume compactado por metro cúbico e da massa unitária compactada, considerando o módulo de finura da areia e a dimensão máxima do agregado.
O consumo de agregado miúdo (areia) é calculado subtraindo os volumes dos demais materiais (cimento, agregados graúdos e água) do volume total de concreto.
O consumo de água é estimado com base na dimensão máxima do agregado e na consistência (abatimento), enquanto o consumo de cimento é calculado pela relação água/cimento.
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