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Caso 1 - Embolizaçao de Varizes Pélvicas Bilateral

By Vascular Insights Videos · more summaries from this channel

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Summary

O vídeo detalha o caso de uma paciente com síndrome de quebra-nozes e varizes pélvicas, descrevendo o procedimento endovascular de embolização das varizes gonadais e implante de stent na veia renal esquerda, além de discutir a técnica e a literatura atual sobre o tratamento.

Key Points

  • O tratamento da síndrome de quebra-nozes com implante de stent na veia renal é considerado polêmico, mas foi realizado neste caso devido à hematúria e dor persistentes da paciente. 
  • O caso apresenta uma paciente de 36 anos com hematúria microscópica, anemia e dores pélvicas e lombares crônicas, diagnosticada com síndrome de quebra-nozes e refluxo nas veias gonadais. 
  • O diagnóstico é confirmado por ultrassom pélvico/transvaginal e angiotomografia com fase venosa, que revela a compressão da veia renal e a circulação colateral. 
  • O procedimento endovascular inicia-se com acesso pela veia basílica guiado por ultrassom, utilizando um cateter multipurpose para alcançar as veias gonadais. 
  • A embolização das varizes gonadais é realizada pela técnica sanduíche, que consiste em posicionar duas molas e injetar espuma de polidocanol a 3% entre elas para evitar a migração da espuma. 
  • É fundamental utilizar molas de liberação controlada e dimensioná-las corretamente (6-8mm distais, até 14mm proximais) para garantir a oclusão e prevenir a embolização. 
  • A técnica de implante do stent (como Smart Control 14x40 ou 14x60) utiliza um guia Amplatz com ponta flop longa para fornecer suporte e garantir uma boa ancoragem, minimizando o risco de migração. 
  • A medicação pós-procedimento inclui clopidogrel e Xarelto, embora não haja consenso literário, para prevenir trombose do stent, com o clopidogrel sendo retirado após um mês e o Xarelto mantido por mais tempo. 
  • A literatura atual sugere que a embolização das varizes pélvicas é eficaz, e o stenting da veia renal não é rotineiramente necessário, sendo reservado para casos de persistência de sintomas após o tratamento das varizes. 
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Caso 1 - Embolizaçao de Varizes Pélvicas Bilateral

Caso 1 - Embolizaçao de Varizes Pélvicas Bilateral

O vídeo detalha o caso de uma paciente com síndrome de quebra-nozes e varizes pélvicas, descrevendo o procedimento endovascular de embolização das varizes gonadais e implante de stent na veia renal esquerda, além de discutir a técnica e a literatura atual sobre o tratamento.

Key Points

O tratamento da síndrome de quebra-nozes com implante de stent na veia renal é considerado polêmico, mas foi realizado neste caso devido à hematúria e dor persistentes da paciente.
O caso apresenta uma paciente de 36 anos com hematúria microscópica, anemia e dores pélvicas e lombares crônicas, diagnosticada com síndrome de quebra-nozes e refluxo nas veias gonadais.
O diagnóstico é confirmado por ultrassom pélvico/transvaginal e angiotomografia com fase venosa, que revela a compressão da veia renal e a circulação colateral.
O procedimento endovascular inicia-se com acesso pela veia basílica guiado por ultrassom, utilizando um cateter multipurpose para alcançar as veias gonadais.
A embolização das varizes gonadais é realizada pela técnica sanduíche, que consiste em posicionar duas molas e injetar espuma de polidocanol a 3% entre elas para evitar a migração da espuma.
É fundamental utilizar molas de liberação controlada e dimensioná-las corretamente (6-8mm distais, até 14mm proximais) para garantir a oclusão e prevenir a embolização.
A técnica de implante do stent (como Smart Control 14x40 ou 14x60) utiliza um guia Amplatz com ponta flop longa para fornecer suporte e garantir uma boa ancoragem, minimizando o risco de migração.
A medicação pós-procedimento inclui clopidogrel e Xarelto, embora não haja consenso literário, para prevenir trombose do stent, com o clopidogrel sendo retirado após um mês e o Xarelto mantido por mais tempo.
A literatura atual sugere que a embolização das varizes pélvicas é eficaz, e o stenting da veia renal não é rotineiramente necessário, sendo reservado para casos de persistência de sintomas após o tratamento das varizes.
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